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domingo, 15 de dezembro de 2013

Meo 4O



Há quase dois meses decidimos mudar para o Meo4O, porque aparentemente compensava, como deixávamos de carregar os telemoveis tínhamos uma poupança de 5 a 10 euros mês, mais um desconto de 10 euros durante um ano por sermos Vodafone e fazermos a portabilidade para a TMN. Pois parecia tudo aliciante, mas logo no primeiro dia alguns problemas surgiram.
Primeiro ninguém nos disse que os telemoveis tinham que estar desbloqueados para poderem receber os novos cartões e como a mudança para a TMN foi automática, ficamos logo sem poder usar o cartão da Vodafone. Com isto só havia duas hipóteses, ou desbloquear os telemóveis ou comprar novos, mas o que também não sabíamos era que mandar desbloquear saía tão caro como um telemóvel novo, por isso e porque o meu já estavam para a reforma, decidimos comprar dois.
No mesmo dia o telemóvel novo de N deixou de funcionar, nova ida à loja e mais um dia sem comunicações, e a solução mais rápida foi irmos buscar outro telemóvel noutra loja.
Quando finalmente começamos a utilizar as funcionalidades do produto, as tais mensagens e chamadas infinitas... depressa percebemos que estávamos a pagar, inclusive para números da mesma rede... Mais uma ida à loja, mais não sei quantas reclamações (por telefone fixo) e ninguém nos sabia dizer ao certo o que se estava a passar, daí que fomos aguardando. Alguns dias depois, lá recebemos uma mensagem a dizer que o tarifário já estava a funcionar em modo M4O.
Depois disto ainda tivemos um susto com a primeira fatura, pois tínhamos sido beneficiados com um desconto de 35 euros por aderirmos ao debito direto e tal não estava conforme, mas lá se resolveu, o mesmo no mês seguinte, veremos o que acontece a seguir. Logo no primeiro dia e durante este processo pensei que foi um tremendo erro mudar para o Meo4O, mas as coisas compuseram-se, até ao dia...
De uma coisa não nos livrámos, de uma semana atípica, stressante e absurda, que deu para perceber que ficar incontável e aderir a produtos fraudulentos é das coisas mais estúpidas que podem acontecer nos dias de hoje.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Porto Novo


Já regressei ao work há 1 semana, mas foi uma semana sem parar e o blog continuou remetido para segundo plano. Esta semana não vai ser diferente, mas parece que é hoje que tenho um tempinho para falar do meu destino de (mini) férias.
Já ouviram falar em Porto Novo? Não é Côvo é Novo!!! Pois eu também não, até lá chegar. Tinha decidido explorar a costa Oeste, território que desconhecia e que por ser perto me pareceu promissor. Estava tudo apontado para ir para um hotel no Vimeiro, mas um telefonema a poucas horas de chegarmos mudou-nos o destino, muito a nosso favor deva-se dizer, e fomos encaminhados para uma localidade mais perto do mar, a deserta praia de Porto Novo. Sim, há muito tempo que não via um sitio tão deserto, um oásis onde a única coisa que sobressaia era o imponente hotel no cimo da encosta.
Foram 3 dias completamente diferentes do habitual, longe das multidões que se agregam como lapas nas praias nesta altura, ali estávamos num pequeno paraíso longe da civilização. Os dias no Hotel Golf Mar foram passados ora a comer ora na piscina e pouco mais, como diz a outra... “é uma vida difícil, mas alguém tem que vive-la!”... pois que passar férias num hotel é outra dimensão e tomando-lhe o gosto acho que não quero outra coisa. O pior foram mesmo as noites e o escaldão que apanhei, não consegui dormir no maldito colchão duro por nada deste mundo, acordava cedíssimo e antes da meia noite já estava cheio de sono, para piorar bastaram uns minutos de papo para o ar no pico do calor para apanhar um escaldão de todo o tamanho que me provocou dores horríveis. 
Foram apenas 3 dias que souberam a uma semana de descanso, com os anos de N no dia 1 pelo meio, mas é impossível desligarmo-nos dos negócios, mesmo à distancia o work esteve sempre presente, pelo facebook ou pelo telefone estávamos sempre a par do que se passava na loja.
Antes do regresso, havia planos para o último dia, foi aí que conheci a praia de Santa Cruz e me apercebi que a civilização estava ali tão perto, conhecemos os enormes armazéns do Antiquostes, comemos sushi em Torres Vedras e passamos pelo Campera para ir aos saldos, mas com as nossas lojas favoritas encerradas ainda não foi desta. E depois disto foi regressar ao trabalho a grande vapor, com uma semana em cheio na loja, com saídas noturnas (já não estou habituado) e já a fazer planos para as Férias Parte II lá para Setembro.



quarta-feira, 31 de julho de 2013

Férias - Parte I

Algum tempo que não faço o balanço da minha nova ocupação profissional e aproveito agora o momento... Pois estamos na loja nova há 5 meses, começamos com pouco num espaço minúsculo e escondido e o que vejo agora é uma loja 5 vezes maior e a abarrotar de coisas, é que temos de tudo, de tudo mesmo. Primeiro os móveis que continuo a comprar e a vender porque são eles que dão dinheiro para o mês, depois as loiças que apesar de não se venderem tão bem têm potêncial, quanto aos objetos de decoração não me importava de ter mais porque se forem originais sempre atraem clientes, entretanto meti-me num negócio super arriscado onde investi 1500 euros em eletrodomésticos novos mas um pouco datados e estou com receio de me dar mal, paralelamente a secção de bijuteria e acessórios expandiu porque adquiri um lote considerável de roupas e sapatos e brevemente o merchandising da cidade chega à loja porque é neste campo que quero fazer uma aposta de produtos. Enquanto isso a minha cabeça não para com ideias e projetos empreendedores que custam a saltar para a realidade por ene motivos.
Têm sido semanas incansáveis e tenho-o dito várias vezes: trabalho mais agora do que quando estáva no ensino, por vezes entro de manhã na loja e à noite ainda estou a fazer mudanças ou a repor material, quando não tenho que ir buscar ou entregar móveis pesados e outras coisas que me fazem pensar seriamente que no futuro tenho que apostar em coisas menos desgastantes. Nesta parte N. tem sido the best, porque tem dom para o negócio, é a sua essência, e não sei o que seria de mim se estivesse nisto sozinho!!! 
Este mês fizemos menos feiras porque não estavam a compensar, assim decidimos reduzir consideravelmente as idas às feiras e passarmos a dedicar mais tempo à loja, afinal ela tem dado e é dela que pagamos as contas. Os subsídios terminaram este mês e agora é que começa a verdadeira prova de sobrevivência. Mas a entrar Agosto e com os anos de N. à porta, vamos tirar uns dias de descanso, porque nos últimos 3 anos não fizemos férias e já nem me lembro o que isso é.

Entre praia e campo vou andar uns dias a explorar uma parte da costa nacional que não conheço.
Guess where...

quinta-feira, 9 de maio de 2013

O + e o - do facebook


O que mais gosto no facebook, para além de ser uma ferramenta de trabalho da qual já não posso prescindir, é liga-lo e estar em cima do acontecimento a todo o momento. Saí uma notícia e logo ali se geram todo o tipo de comentários, manifestações e desabafos, e quando o acontecimento é pródigo em contestação, em menos de nada a rede social é inundada de piadas sarcásticas sobre determinado assunto, tornando-se viral.
Mas o que mais mais detesto no facebook, são precisamente aquelas frases feitas acompanhadas de imagens de animaizinhos, criancinhas e florzinhas, ou completamente desconexas, que nada de próprio ou criativo acrescentam ao mundo e que certas pessoas publicam nos seus murais.

 Se alguma vez me virem a postar algo deste género é porque estou com alucinações.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Caverna do Alibábá


Tenho pena que as fotografias não retratem a verdadeira diferença do antes e do depois após a nossa passagem pelo armazém. Foram móveis de todos os tamanhos, mesas, cadeiras, camas, colchões, estrados, sofás, quadros, candeeiros e tudo mais que possam imaginar... um mês depois não sobrou quase nada para contar história. A caverna do Alibábá foi completamente pilhada por nós. Agora outro trabalho árduo se adivinha que é vender tudo para recuperar o investimento e ainda dar lucro.

ANTES

 DEPOIS
Afinal a caverna não vai fechar, os 40 ladrões não perderam tempo e começaram a enche-la de novo!

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Investimento



Lembram-se da caverna do Alibábá, o armazém onde comprei aquele aparador estilo Queen Mary que me custou apenas 20 euros!? Pois durante uns bons meses tornou-se no nosso local “secreto” de abastecimento para a loja... até começarmos a comprar recheios de casas!
Entretanto no início do mês de Abril fomos lá com intenção de comprar meia dúzia de móveis, que já não estavam aos preços que nos habituamos, mas na volta fomos surpreendidos com uma proposta surpreendente: vendiam-nos todo o recheio do armazém por apenas 1500 euros e estamos a falar de cerca de 200 peças de mobiliário variado, incluindo centenas e centenas de traquitanas, quinquilharias e marrequinhas ótimas para as feiras. Acho que bastou um minuto para dar a resposta afirmativa, era o grande investimento que andávamos à procura... só que a partir desse dia os nossos pacatos dias mudaram completamente! Passamos a ir ao armazém diariamente buscar coisas, a loja nova que era grande, tornou-se pequena muito rapidamente, a garagem de casa esgotou a lotação, o jardim e o alpendre tornaram-se intransitáveis, o cansaço aumentou exponencialmente e as contas do dia passaram a ser feitas sob um control cirúrgico. Mas o grande problema do negócio foi termos pago um mês de renda do armazém para podermos ir tirando as coisas nas calmas e como ainda estavam lá os móveis maiores e mais pesados, no início deste mês, tivemos que alugar uma transportadora e outro espaço mais em conta para por as coisas.
Enfim, foi um investimento ambicioso sem dúvida e não está a ser pera doce, mas tem valido a pena... afinal não se fazem bolos sem ovos.

A fotografia é péssima, mas da para ver o aspeto inicial do armazém resgatado.